Filme do mês – Abril / 15

ERA UMA VEZ NO OESTE  – 1968

Direção – Sergio Leone

Sergio Leone

 

Sinopse

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Era uma Vez no Oeste é centrado em quatro protagonistas: a ex-prostituta Jill McBain (Claudia Cardinale), o bandido Cheyenne (Jason Robards), o pistoleiro de aluguel Frank (Henry Fonda) e um homem misterioso, chamado de “Harmonica” (Charles Bronson), que sempre traz consigo uma gaita. Os quatro acabam se cruzando quando Morton (Gabrielle Ferzetti), um barão ferroviário, contrata Frank para afugentar Brett McBain (Frank Wolff), dono de terras que iriam valorizar consideravelmente com a chegada da ferrovia, e seus filhos. Porém, o pistoleiro decide massacrar a família e depois planta evidências incriminando Cheyenne.

Nesse meio-tempo, Jill chega à cidade, vinda de Nova Orleãs, e revela que se casara com Brett McBain e que portanto as terras ainda tinham dono. O homem com a gaita, Harmonica, aparece e junto com Cheyenne ajudam a mulher a manter sua propriedade. Harmonica tem contas a acertar com Frank e no final do filme o motivo da vingança é revelado num duelo entre os dois.

 

 

Elenco

 

 

Principais prêmios e indicações

  • Eleito um dos 100 melhores filmes de todos os tempos – Time Magazine (2012)

 

Fotos

Esta imagem é de propriedade de seus respectivos produtores.

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Uma resposta to “Filme do mês – Abril / 15”

  1. afonso Says:

    Um filme extraordinário. Sérgio Leone foi um diretor além de seu tempo, como foi também Sam Peckinpah. Fico pensando se esses dois incríveis diretores tivessem trabalhado juntos, qual teria sido o resultado. Possivelmente algo incrível. Se analisarmos friamente “Meu ódio será sua herança”, “Pistoleiros do Entardecer”, “Pat Garreth e Billy The Kid”, “Juramento de Vingança”, “Era uma vez no Oeste”, ou “Por um Punhado de Dólares”, veremos que estamos falando de filmes que poderiam encabeçar qualquer lista que se faça. E “Era uma vez no Oeste”, além de ter a belíssima Cláudia Cardinalli, nos mostra cenas incríveis, não só na abertura jamais igualada, no massacre da fazenda, no duelo entre Harmonica e Frank, mas sobretudo nas cenas finais em que a câmera roda num giro de 360 graus, mostrando a maravilha da construção de um mundo novo no Velho Oeste, enquando Cheyenne morre e Harmonica desaparece no horizonte. Um filme para se ver muitas vezes, e ainda será pouco.

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